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Ivalentim
E então você se cansa. Cansa dessa confusão toda, cansa desse nó na garganta, cansa de se sentir mal. Resolve desistir. E, por mais covarde que seja, é seu grande ato de coragem. Desistir de algo que se ama tanto, aliás, é o ato mais corajoso que alguém pode ter. Mais corajoso e mais doloroso também. Se vale a pena, eu ainda não sei. Só não dava mais pra continuar assim.
Café a Dois. 
Por qual motivo somos rudes com os outros e não conosco? Por qual motivo apontamos o dedo para o erro do outro, se fazemos o mesmo ou até pior? Por qual motivo odiamos o desconhecido? Por qual razão nos excluímos da convivência social, se no final somos seres dependentes um do outro? Por qual razão procuramos fazer com nos é conveniente e nem sempre é adequado? Qual o motivo ao certo de nem sempre escolher o caminho correto? Ou a razão predominante de ser um ser errante?
CS Lewis.
Amar é ser vulnerável.
John Piper.
Nunca ouvi alguém dizer: ‘As lições mais profundas da minha vida vieram por meio de tempos de conforto e tranqüilidade’. Mas já ouvi santos fortes dizerem: ‘Todo avanço significativo que fiz em assimilar as profundezas do amor de Deus e em crescer na comunhão com Ele veio por meio do sofrimento.’
ABC do amor. 
A verdade é que chegamos ao mundo sozinhos, e saímos exatamente do mesmo modo.
Marla de Queiroz. 
Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade… Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa. Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos. Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo. Segundos podem ser eternidades… ou não. Depende da ocasião.
Gabito Nunes. 
Esses dias eu me peguei tentando ser uma pessoa melhor, veja só. Quem precisa engolfar-se fundo no próprio ego quando está nem aí pra nada e pra ninguém? Recentemente tudo indica que ando ameaçado a me reinventar, me converter, me variar, me disfarçar, enfim, me tornar uma coisa que nem sei se sou, para agradar quem eu ainda nem sei quem é.
Eu me chamo Antônio
As nossas falhas também poderiam cair no outono.
Eder Moreira.
Sei lá, as vezes tenho a sensação de estar incomodando. Então eu me afasto.